Aconteceu de Novo – Há Um Que o Impede (2TS 2:6)

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A Inglaterra concretizou, às 23h desta sexta-feira 31/01/2020, o Brexit e deixou a União Europeia.

“Napoleão tentou criar um governo único na Europa. A Inglaterra disse não!  Hitler tentou criar um governo único na Europa. A Inglaterra disse não! A União Europeia está tentando criar um governo único na Europa. Novamente a Inglaterra disse não! A história vem mostrando que os ingleses têm razão.”  [Murilo Bonze]

A obra do Espírito Santo na “condução” da humanidade (Soberania Divina) é realizada através das nações. O Globalismo (assunto para outro artigo) é contrário à vontade de Deus que dividiu a humanidade em nações, povos, tribos e línguas.

Os cristãos deveriam prestar mais atenção na Inglaterra e na França.

Da primeira, a Inglaterra, emanam os elementos da preservação dos conceitos judaico-cristãos. De lá saiu o avivamento que varreu a Europa no pós Reforma Protestante, através de figuras como John Wesley, Charles Haddon Spurgeon e o movimento Holiness (santidade) que influenciou os EUA, especialmente sendo responsável pelo Reavivamento da Rua Azuza, do qual saíram os missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren, fundadores da Assembleia de Deus Brasileira.  

Por outro lado, da segunda, a França, emana toda a conspiração que “se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus”. 2 Tessalonicenses 2:4

França é o berço, a cama e a cadeira/trono do Socialismo (Quem lê entenda).

Quem tem conversado comigo sobre Geopolítica (Relações mundiais Gerais – Na política, economia, intelectualidade, etc) e sua correlação com a teologia bíblica (estudos das profecias e acontecimentos atuais e futuros – Escatologia) sabe o que tenho dito sobre o papel da Inglaterra no cenário mundial. Ela é o “Baluarte” da preservação dos valores gerais condizentes com a visão bíblica do modelo ideal das relações humanas em quaisquer campos de “humanas”.

De lá herdamos o “Habeas Corpus”.

Foram os ingleses quem lutaram as primeiras batalhas para libertar ESCRAVOS BRANCOS (Europeus sequestrados em ataques Otomanos).

William Wilberforse, foi o parlamentar inglês que gastou sua vida, junto com outros milhares, no movimento chamado AMAZING GRACE (Graça Maravilhosa) até conquistar o fim da ESCRAVIDÃO NEGRA na Inglaterra, o que influenciou o resto do mundo.

E destaco mais uma e crucial informação para nossos dias: A Inglaterra é o Berço do Conservadorismo. Lá nasceu Edmund Burke, o pai do Conservadorismo e de lá continuam a brotar grandes conservadores, como o recém falecido (12/01/2020) Roger Scruton.

E para os que acreditam no retorno daquele que será Rei, a Inglaterra ainda é o único país que “cultua” a Monarquia, modelo de governo do período político futuro chamado de “Milênio” pelos estudiosos das escrituras.

 

Haga de Haroldo

 

F. Haroldo de Sousa – Procurando ser achado Servo de Deus, Estudante das Escrituras, Evangelista, Leitor dos Pensadores Clássicos e Contemporâneos, Advogado, Pós-graduando em Filosofia da Contemporaneidade.

Os gigantes de Gênesis 6 e a suposta relação sexual entre mulheres e anjos

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NUNCA EXISTIU TAL RELAÇÃO!

Há má interpretação.

A expressão “filhos de Deus”, na Bíblia, são sempre direcionadas aos homens que lhe obedecem, adoram e servem.

Olhem o texto:

“HAVIA naqueles dias gigantes na terra; e TAMBÉM DEPOIS, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.” Gênesis 6:4

Vejam que o gigantismo não é decorrente da suposta relação com anjos, pois HAVIA (passado) e também DEPOIS QUE…

A Bíblia também diz que Deus jamais chamou um anjo de filho:

“Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, E ele me será por Filho?” Hebreus 1:5

Aproveitando, esclareço a confusão de Jó que acham que o Diabo foi ao céu encontrar com Deus quando “os filhos de Deus compareceram perante ele”.

“E num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles.” Jó 1:6

Também se trata de homens, filhos de Deus. Jó era sacerdote do Deus Altíssimo ( que pode ser comprovado pela leitura do capítulo primeiro e outros do livro) e o contexto trata de um evento em que “os filhos de Deus”, incluindo Jó foram sacrificar (comparecer perante Deus).

Por fim, consideremos o que disse o Mestre: “Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu.” Mateus 22:30

O RESTO É INVENCIONICE DE PREGADOR QUE NÃO TEM CONHECIMENTO  BÍBLICO PARA PREGAR AO POVO E FICA CRIANDO ESSES IMAGINÁRIOS.

Haga de Haroldo

 

F. Haroldo de Sousa – Procurando ser achado Servo de Deus, Estudante das Escrituras, Evangelista, Leitor dos Pensadores Clássicos e Contemporâneos, Advogado, Pós-graduando em Filosofia da Contemporaneidade.

Teologia do Sede (Im)Perfeito

Sara riAo ler o Versículo Diário (02.10.2019) da lição da Escola Bíblica Dominical da CPAD: “Terça – Gn 18.12: Deus abençoa homens e mulheres imperfeitos” e, conferindo a afirmativa da revista (Deus abençoa os imperfeitos) com o conteúdo do versículo bíblico “Assim, pois, riu-se Sara consigo, dizendo: Terei ainda deleite depois de haver envelhecido, sendo também o meu senhor já velho?”, me subiu à mente a reflexão e desceu ao coração a indignação contra essa moda que definirei como “Apologia da Teologia da Imperfeição”.

O resumo do versículo de hoje, “Deus abençoa homens e mulheres imperfeitos”, me deixa intrigado com essa “Teologia” da apologia aos imperfeitos.

Ninguém é abestado (nem eu), para dizer num termo cearense, de pensar ou cogitar em si mesmo ser perfeito e por isso estar apto a receber bençãos de Deus.

Mas, essa Teologia do IMPERFEITO, essa insistência na imperfeição humana em nosso meio tem sido usada demais para uma apologia de que vidas erradas podem ser abençoadas por Deus.

Olhemos o versículo:
Assim, pois, riu-se Sara consigo, dizendo: Terei ainda deleite depois de haver envelhecido, sendo também o meu senhor já velho? Gênesis 18:12

Porque, num versículo desses, o destaque é a imperfeição de Sara ao questionar rindo?

Na verdade, o que há, me parece ser, é um misto de questionamento com alegria da possibilidade.

Isso é uma reação inicial, para mim, de NORMALIDADE humana que, depois, foi superada pela fé.

Olhemos o que diz Hebreus 11 sobre essa Sara e esse evento:

Pela fé também a mesma Sara recebeu a virtude de conceber, e deu à luz já fora da idade; porquanto teve por fiel aquele que lho tinha prometido.

Por isso também de um, e esse já amortecido, descenderam tantos, em multidão, como as estrelas do céu, e como a areia inumerável que está na praia do mar. [Hebreus 11-11-12]

Eu, sinceramente, gostaria muito de parar de ouvir essa teologia da justificação do homem pecador (não estou falando do que ignora o evangelho) em nome da falibilidade humana.

E alguém já pensou “lá vem o Haroldo com suas chatices”. Respeito seu pensamento decorrente da ignorância bíblica.

Vejamos o que a bíblia diz sobre a (im)perfeição humana:

Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. [Mateus 5:48]

Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco. [2 Coríntios 13:11]

Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra. [2 Timóteo 3:17]

Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma. [Tiago 1:4]

Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. [Filipenses 3:12]

E estais perfeitos nele, que é a cabeça de todo o principado e potestade; [Colossenses 2:10]

Todavia falamos sabedoria entre os perfeitos; não, porém, a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que se aniquilam; [1 Coríntios 2:6]

Por isso todos quantos já somos perfeitos, sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa de outra maneira, também Deus vo-lo revelará [Filipenses 3:15]

Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim. [João 17:23]

Irmãos, não obstante o apóstolo Paulo dizer Não que seja perfeito…, o contexto indica que ele chegou sim a um nível de “perfeição”, m as que ele prossegue para o alvo que é chegar à varonilidade (hombridade) de Cristo.

No mais, há na Bíblia uma doutrina do aperfeiçoamento humano em Cristo e um mandamento para que sejamos perfeitos, além de várias afirmativas, como podeis ver acima, de que somos/devemos ser, em certo nível, perfeitos.

PORQUE, então essa “teologia” constante da imperfeição dos membros da igreja?

Me desculpem os que se sentirem atingidos, mas ao que me parece, trata-se de auto justificação (consciente ou inconsciente) de pregadores e ensinadores que não vivem a vida ética, reta, justa e piedosa que deveriam viver, visto que essa insistente mensagem da “aceitação” de Deus à imperfeição humana contraria a doutrina bíblica com mandamento e instigação à perfeição.

Obs.: Esta “perfeição” que devemos buscar é no nível do humano. Não em comparação a Deus.

 

Haga de Haroldo

F. Haroldo de Sousa – Procurando ser achado Servo de Deus, Estudante das Escrituras, Evangelista, Leitor dos Pensadores Clássicos e Contemporâneos, Advogado, Pós-graduando em Filosofia da Contemporaneidade.

Dois homens e Uma Justificação

o-fariseu-e-o-publicanoNo Evangelho escrito pelo médico e historiador Lucas, no capítulo 18, versículos 10 ao 14, encontra-se narrada a conhecida história de dois homens e seu comportamento ao adentrarem no templo, como elemento revelador do conteúdo que preenchia o interior de cada um.

O primeiro, um fariseu (palavra que descreve um integrante de um dedicado grupo religioso), orava “consigo mesmo”, disse Jesus. Em sua oração, procurava demonstrar para Deus as qualidades religiosas que possuía e a superioridade que pensava ter em relação aos outros, em razão de tais qualificações.

O segundo, um publicano (palavra que descreve um funcionário público, encarregado de arrecadar impostos para Roma), manteve-se no fundo do templo. E, batendo no peito, dizia “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador”.

Ao refletir sobre essa passagem, fico a indagar o que proporcionou a produção subjetiva expressa em suas orações e só posso chegar à conclusão que foi o conteúdo linguístico ao qual ambos foram expostos.

Um integrava o grupo religioso que, por alcançar uma prática até louvável, começou a exaltar àqueles que juntavam-se a eles pela simples adesão, independentemente de uma transformação interior.

O outro estava naquele grupo que era alvo de certo preconceito por parte da sociedade e era exposto às suas debilidades e até acusado de coisas que não praticava.

O primeiro exposto a elogios e autoconfiança, chegando quase ao ponto de elogiar Deus por ter tal servo. O segundo exposto a palavras que lhe faziam perceber sua necessidade de superar-se e humilhar-se a Deus sequer ousa levantar a cabeça para falar ao mesmo Deus. Este voltou para casa aceitável e justificado por Deus, disse Jesus.

Se você me acompanhou até aqui, quero trazer-lhe para os nossos dias e para nossos templos. Ouça as afirmações, orações e canções dizendo:

“Dê liberdade ao Espírito de Deus”.

“Deixa Deus te tocar.”

“Doce Espírito és bem-vindo aqui.”

“Jesus, pode entrar. A casa é tua.”

Na grande maioria, frases como estas surgem de músicas feitas por gente que tem o mesmo sentimento, a mesma produção subjetiva que o fariseu.

Ocorre que essas músicas são repetidas e suas frases reproduzidas nas próximas canções, nos expondo continuamente a elas até criarem em nós sentimentos, percepções e uma cultura destoantes da realidade bíblica, da pureza doutrinária e das verdadeiras características do relacionamento do homem com o verdadeiro Deus.

Não é fácil tratar do tema e refutar o conteúdo dessas músicas porque as pessoas já as cantaram tantas vezes e agora fica difícil admitir que a letra não está adequada.

Mas, o faço com grande esforço, sabendo da rejeição a tais críticas e até da acusação de ser eu o fariseu, porque sei da influência que a música exerce na produção subjetiva e intelectual do indivíduo a ela exposto. Tanto que o reformador Martinho Lutero disse que o sucesso da Reforma não era devido aos seus escritos, mas aos 37 hinos que “carregaram aos quatro cantos suas doutrinas”.

Um dos posts que menos gosto em meu blog é Pequena Reflexão Sobre a Música Raridade. Justamente em razão da grande rejeição que sofri das pessoas próximas. Mas, por incrível que pareça, é o mais acessado, aproximando-se de 2.000 (dois mil) acessos somente neste ano de 2018.

Assim, retomo a crítica a tais hinos, os quais acabam virando pregações e orações que contrariam claramente o conteúdo bíblico e a doutrina saída da boca do próprio Senhor Jesus.

Se criamos essa “figura cultural” de que o templo seria uma ‘casa de Deus”, onde os seus filhos se reúnem para louvá-lo e ter comunhão, como seremos nós os que vamos dizer a ele “Senhor, seja bem-vindo aqui”, e “pode entrar?!

Estamos tão ensoberbecidos que já estamos “dando permissões” a Deus e não percebemos.

Não estamos sendo piores que o fariseu? E, ao invés disso, não deveríamos, a exemplo do publicano, nutrir um sentimento de humilhação e orar, pregar e cantar “Senhor, que eu seja bem-vindo em tua casa e que tenhas misericórdia de mim”?!!

Mais uma vez, vai lhe parecer implicância, chatice e bobagem minha. Mas, lhe convido à reflexão, em humildade e oração.

A quem estamos nos assemelhando em nossos procedimentos em relação a Deus? Ao fariseu autoconfiante, exaltado e soberbo, ou ao publicano humilde e suplicante?

Lembremos de que apenas um desses homens foi justificado ou aceito em sua oração a Deus.

Haga de HaroldoF. Haroldo de Sousa – Procurando ser achado Servo de Deus, Estudante das Escrituras, Coordenador e Professor da Escola Bíblica Dominical, Orientador no Curso de Teologia do IBE, Evangelista, Leitor dos Pensadores Clássicos e Contemporâneos, Advogado, Pós-graduando em Filosofia.

Vem e Vê – Algo de maravilhoso está acontecendo

nascer do solFilipe achou Natanael, e disse-lhe: Havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José.

Disse-lhe Natanael: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Disse-lhe Felipe: Vem, e vê. [João 1:45,46]

Por razões que elas mesmas desconhecem, e que as conhecendo não me deterei nelas, as pessoas desse tempo chamado pós-moderno têm desenvolvido uma resistência à religiosidade e, especialmente, ao cristianismo. 

Na narrativa bíblica acima destacada temos o diálogo entre dois homens, sendo que o primeiro, Felipe, havia estado com Jesus e, ao encontrar seu amigo Natanael, cheio de entusiasmo afirma: “Havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na lei.”.

Natanael, imediatamente, reveste-se de sua “defesa inconsciente” e encontra, num preconceito cultural de sues dias, o argumento para questionar o achado que seu amigo, tão maravilhosamente alegre, lhe tenta apresentar.

Invés de inteirar-se melhor do achado, faz uma pergunta retórica que, de pronto, significa uma oposição ao deslumbre do amigo: “Pode vir alguma coisa boa de Nazaré?”

Muitos têm o cristão por um chato que quer convencer as pessoas à sua religião.

Mas, na verdade, o que ocorre é que o cristão que, de fato, “achou Jesus” teve um encontro com o Sol da Justiça [Malaquias 4:2], a Luz do mundo [João 8:12] e, como todo aquele que contempla uma luz bela, uma paisagem esplêndida, ele quer imediatamente compartilhar a visão, pois algo maravilhoso está acontecendo diante dos olhos de sua alma.

Sabe aquela hora em que você está bem distraído ou bem ocupado em uma tarefa e alguém chama: “vem aqui, rápido, olha que lindo”! Você, as vezes, demora a reagir e não quer sair de sua comodidade ou da sua muita ocupação e só atende quando a pessoa insiste: “vem rápido”!

Meio chateado, você finalmente decide levantar-se de sua posição e ir ver. Sempre o sentimento que resulta é “eu deveria ter vindo antes!”

Isso porque, de alguma forma você percebe que parte do espetáculo, como um por do sol, uma revoada de pássaros, uma linda ave, enfim, algo maravilhoso estava acontecendo e você se demorou a desfrutar daquilo.

Assim aconteceu no episódio de Felipe e Natanael. O primeiro contemplara a Luz divina que emanava das palavras, do olhar, do poder e da compaixão do Mestre e, imediatamente, encontra seu amigo e convida: “Vem e vê”!

Mesmo resistente, Natanael atende ao convite do amigo e ao contemplar o que Felipe queria mostrar-lhe exclama: “Rabi [mestre], tu és o Filho de Deus; tu és o Rei de Israel!” [João 1:49]

Portanto, meu amigo que tem tamanha resistência à alegria dos que lhe dizem “tive um encontro que mudou minha vida”, eles, verdadeiramente, estão deslumbrados pela beleza do que encontraram ou descobriram.

Jesus contou uma parábola, dizendo que o Reino de Deus é semelhante a um homem que encontro, num terreno, um tesouro e que, pela alegria do que lhe estava proposto em obter aquele tesouro, foi e vendeu TUDO o que tinha e adquiriu o terreno, para ser o dono da bela joia, do resplendoroso tesouro.

Assim, surgindo a oportunidade e o convite, o qual te faço agora, atenda. “Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações.”  [Hebreus 3:7,8]

Certamente, a única a única conclusão a que chegará é a de que “demorei demais para contemplar tamanha beleza que passaria de mim se não sou convidado”.

Então, vem a Jesus e vê!!

Haga de Haroldo

F. Haroldo de Sousa – Procurando ser achado Servo de Deus, Estudante das Escrituras, Coordenador e Professor da Escola Bíblica Dominical, Orientador no Curso de Teologia do IBE, Evangelista, Leitor dos Pensadores Clássicos e Contemporâneos,  Advogado, Pós-graduando em Filosofia.

A Sobriedade da Obra de Deus

 

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Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.  [I Pe 1:18,19]

A mim, me parece lamentável que tenhamos que discutir, nos dias atuais, sobre o uso ou não de bebida alcoólica pelos cristãos, especialmente pelos obreiros. O vinho é impróprio aos que presidem [Pv 31.4].

Deveríamos estar discutindo a verdadeira sobriedade da obra.

A vedação ao vinho, no caso do Levítico 10:9 e de outras passagens do Antigo Testamento, é sombra da sobriedade que deve repousar sobre a vida cristã e, principalmente, do obreiro.

Cosmovisão embasada na Bíblia, fala temperada, autenticidade no ser, moderação em tudo, forma contida de ser que demonstra a verdadeira santidade, irresignação contra o pecado. Esses são alguns aspectos da sobriedade que o Senhor espera daqueles que se nomeiam seus filhos [I Pedro 1:15,16].

Quando falta isso, as pessoas agem como bêbados que dizem e fazem qualquer coisa, como se os outros estivessem perdido o senso e o discernimento, assim como elas perderam.

O bêbado fala qualquer coisa e age de qualquer modo, sem temor, nem vergonha dos seus atos porque a consciência da percepção alheia e das consequências lhe foi afastada pelo álcool.

Assim têm agido alguns crentes, obreiros e até denominações inteiras, seguindo a “embriagues” de seus líderes.

Para mim, é insuportável ouvir o “evangelho” que alguns pregam e vivem na atualidade, fazendo de Jesus um garçom de uma gente metida, exigente, cheios de manhas (se isso, se aquilo). Alguns, petulantes que não respeitam ninguém, especialmente os mais velhos.

Homens autonomeados apóstolos, pessoas que não participam de nada, se não for ele mesmo o realizador ou aquele que vai aparecer como o “humilde servo”.

TODOS OS VERSÍCULOS ABAIXO TRATAM DA SOBRIEDADE DE QUE ESTOU FALANDO. NÃO DE ÁLCOOL:

1 Tessalonicenses 5:6
1 Tessalonicenses 5:8
1 Pedro 4:7
Tito 2:2
1 Timóteo 3:2
2 Timóteo 4:5
1 Pedro 1:13
1 Pedro 5:8

Vejamos o que diz a doutrina dos apóstolos:

Aos presbíteros [Aqui é todo ministro do evangelho], que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero [Pedro] com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar:

Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto;

Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho.

E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória.

Semelhantemente vós jovens, sede sujeitos aos anciãos; e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte;

Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.

Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;

Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.

E o Deus de toda a graça, que em Cristo Jesus nos chamou à sua eterna glória, depois de havemos padecido um pouco, ele mesmo vos aperfeiçoe, confirme, fortifique e estabeleça.

A ele seja a glória e o poderio para todo o sempre. Amém. [1 Pedro 5:1-11]

É essa a verdadeira mensagem da sobriedade que Deus requer de seus filhos: Uma completa separação entre o santo e o profano, por meio de uma consciência viva, sóbria e santa.

Haga de Haroldo

F. Haroldo de Sousa – Procurando ser achado Servo de Deus, Estudante das Escrituras, Coordenador e Professor da Escola Bíblica Dominical, Orientador no Curso de Teologia do IBE, Evangelista, Leitor dos Pensadores Clássicos e Contemporâneos,  Advogado, Pós-graduando em Filosofia.

Dois Pregos

cr-arte-marcus-levine-01As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos, bem fixados pelos mestres das assembleias, que nos foram dadas pelo único Pastor. Eclesiastes 12:11

Todos os bons pregadores que nos têm dado pão do céu, a palavra, e forte testemunho de vida com Deus, têm sido repetitivos em firmar, além da excelência e da imprescindibilidade da palavra, dois pregos essenciais à sustentação de uma vida espiritual bem firmada e poderosa em Deus:

a) A indispensabilidade de uma vida de oração;

b) A frequência à Escola Bíblica Dominical.

Mas, é assustador verificar que a imensa maioria dos crentes desprezam o que o Senhor fala por meio de seus profetas [II Crônicas 20:20], achando que vai se cumprir a parte da mensagem que fala da benção, sem passar pelo caminho da obediência à orientação que o Senhor entrega por meio desses oráculos.

Tais cristãos tapam seus ouvidos a essa parte da mensagem que é martelada [Jeremias 23:29] congresso após congresso, evento após evento. Isso, para não falar dos mensageiros locais que têm menos atenção ainda [Lucas 4:24].

Ao “planejarem” suas vidas congregacionais, ou seja, que cultos frequentar, automaticamente, desprezam e desconsideram os momentos de oração e de estudo da palavra, dentre eles o de mais apelo nos lábios de todo e qualquer homem ou mulher de Deus que nos são enviados com extraordinárias mensagens: a Escola Bíblica Dominical.

Não meus irmãos, não seja assim!

Se não atentarmos aos conselhos de Deus, saídos da boca de sues profetas, como prosperaremos nessa jornada que é espiritual, sendo, pois, que nossas armas não podem ser carnais, mas espirituais e poderosas em Deus [2 Corìtios 10:4-5]?

Se rejeitarmos à palavra que o Senhor fala por meio de seus profetas, os quais Ele levantou para nossa edificação [Efésios 4:11], jamais seremos edifício bem firmado para morada do Senhor.

Assim, cabe a nós atentarmos mais diligentemente a esse insistente chamado para fixarmos os dois pregos de firme sustentação à nossa casa espiritual, comparecendo à próxima reunião de oração, bem como preparando o coração para a próxima Escola Bíblica Dominical e à ela não faltarmos.

Haga de Haroldo

F. Haroldo de Sousa – Procurando ser achado Servo de Deus, Estudante das Escrituras, Coordenador e Professor da Escola Bíblica Dominical, Orientador no Curso de Teologia do IBE, Evangelista, Leitor dos Pensadores Clássicos e Contemporâneos,  Advogado, Pós-graduando em Filosofia.